O futuro das relações trabalhistas após as reformas!!!

O incentivo à criação de novos empregos formais e a redução do grande número de processos trabalhistas, são as principais metas a serem alcançadas pela nova legislação trabalhista, embora ainda ameaçadas por resistência equivocada, da parte de reacionários mequetréficos membros do judiciário, em permanente plantão, contra a possibilidade de avanços nas relações de empregados e patrões!

Vejamos, as principais mudanças nas relações trabalhistas:

negociação coletiva

fériascontratos intermitentescontratos temporárioshorário de almoço terceirizados home office demissão consensual custas processuais contribuição sindicalDestes, listamos a extinção da Contribuição Sindical, excrescência digna da esquerda petralha que dominou o país nos últimos tempos, como uma das melhores soluções para a valorização de entidades sindicais realmente interessados na luta pelos direitos dos empregados, e para acabar com o sindicalismo de fachada, só interessado mesmo, em se apropriar do dinheiro gerado do desconto de um dia de salário por ano, de cada trabalhador.

Criaram-se também, condições para se eliminar, de vez, com os maus advogados que procuram inflar os pleitos dos trabalhadores em litígio com as empresas, em busca do superfaturamento de seus ganhos, situação que, dentro do universo de 4.5 milhões de reclamações trabalhistas/ano, acaba incentivando o surgimento de um verdadeiro mercado de negociações e acordos, no entorno do judiciário trabalhista, cujos reflexos negativos, do ponto de vista financeiro das empresas, supervaloriza o custo da mão de obra, com imediato repasse ao custo dos produtos.

Esta reforma tende a modificar os padrões de diálogo entre empregados e empresas, com benefícios para ambos, além de gerar condições para o surgimento de uma nova entidade sindical, comprometida, de fato, com a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, já que qualquer pagamento que lhe seja destinado, o será por livre manifestação e autorização do próprio empregado, que terá autonomia para modificar suas preferencias em relação à entidade sindical que o representará!

Atualmente, os itens que foram objeto desta reforma, representavam um custo financeiro gigantesco às empresas, fator que intimidava o investimento, prejudicando a criação de novos empregos, elos inseparáveis da estagnação industrial que assolou a sociedade com seus milhões de desempregados atuais!